domingo, 23 de junho de 2013

Ryse, exclusivo do Xbox One: o jogo mais frustrante da E3

RYSE: Son of Rome foi um dos jogos que mais chamaram a atenção na conferência da Microsoft na E3 2013. Esse exclusivo do Xbox One, título de lançamento do console, tem gráficos incríveis e uma história que chama a atenção.

Você será  um general romano, que vai comandar a sua legião contra bárbaros e vai intercalar batalhas sozinho, mano-a-mano com momentos em que todos os seus soldados irão seguir as suas ordens, como por exemplo: mandar a sua legião fazer a clássica formação tartaruga para se proteger dos ataques do inimigo em um campo de batalha caótico. Tudo para ser um jogão certo? Não na opinião de quem já jogou…

O game é um hack ‘n slash em terceira pessoa, muito parecido com games como God of War e Dante’s Inferno. E assim como esses jogos, Ryse possui quicktime-events, que são momentos decisivos quando você está preste a matar um inimigo.

Nesses momentos normalmente o jogo mostra a cena de vários ângulos diferentes para causar mais dramaticidade, a cena também fica em câmera lenta, tudo que o jogador precisa fazer é apertar os botões indicados na tela rapidamente, para causar uma morte digna de um filme de ação. Se o jogador erra essas sequência, ele precisa começar a lutar com o inimigo outra vez até enfraquece-lo ao ponto de causar um novo quicktime-event.

Isso faz parte do desafio do jogo, e cenas como essas foram exibidas no gameplay de Ryse durante a conferência da Microsoft, diga-se de passagem os melhores momentos do game foram as mortes durante os quicktime-events. Só tem um problema, eles são completamente inúteis, quem percebeu isso foi um repórter da Kotaku Austrália que fez o seguinte relato sobre a sua experiência jogando Ryse na E3.

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